Hoje, dia 8 de março, dia internacional da mulher e eu não poderia deixar de dar os parabéns para a metade mais bela do mundo!

Esse poema já é antigo, mas não encontro nada que nos descreva tão bem!
Que mulher nunca teve:
Um sutiã meio furado.
Um primo meio tarado.
Ou um amigo meio viado?
Que mulher nunca tomou:
Um fora de querer sumir.
Um porre de cair.
Ou um lexotan para dormir?
Que mulher nunca sonhou:
Com a sogra morta, estendida.
Em ser muito feliz na vida.
Ou com uma lipo na barriga?
Que mulher nunca pensou:
Em dar fim numa panela.
Jogar os filhos pela janela.
Ou que a culpa era toda dela?
Que mulher nunca penou:
Para ter a perna depilada.
Para aturar uma empregada.
Ou para trabalhar menstruada?
Que mulher nunca comeu:
Uma caixa de Bis, por ansiedade.
Uma alface, no almoço, por vaidade.
Ou, um canalha por saudade?
Que mulher nunca apertou:
O pé no sapato para caber.
A barriga para emagrecer.
Ou um ursinho para não enlouquecer?
Que mulher nunca jurou:
Que não estava ao telefone.
Que não pensa em silicone.
Ou que “dele” não lembra nem o nome?
Viva as mulheres!

So romantic!
Uma das coisas que fiz nesse feriado foi passear de barco. Faziam alguns anos que não me dava esse presente (Barcas/SA não conta né?!). Mas o motivo de ter ficado tanto tempo sem ir para o mar aberto foi simples: meu estomago.
Resolvi arriscar, não comi nada pesado durante o dia, só frutas e iogurte.
A intenção era passear de escuna pelo arquipélago de Búzios (onde passei meu carnaval). Porém quando vi a quantidade de pessoas dentro da tal escuna, desisti na hora!
Por causa do preço (em trono de R$ 30 a R$ 45 por pessoa) as embarcações deixam o porto com mais de 200 pessoas a bordo. Coisa de louco. E só de ver aquilo me deu um pânico! 
Queria algo mais privado, mais sossegado e onde eu me sentisse mais segura! Em plena terça feira de carnaval era impossível arrumar uma lancha para alugar. Todas estavam ocupadas.
E quando tudo parecia perdido, me deparei com a Tour Shop (em frente a famosa estátua da Brigitte Bardot) . Uma empresa de turismo que oferece um meio termo entre lanchas luxuosas e a temida escuna: o catamarã.

Esse barquinho simpático acomoda 38 pessoas (como a embarcação é grande, fica impossível dizer que tem mais de 15 pessoas), disponibiliza água, refrigerante, cerveja e caipirinha liberados durante o passeio, banheiros, água doce, escada para mergulho, guia contando as histórias e curiosidades do roteiro em Português, Inglês e Espanhol e um um ‘sub solo’ com janelas de vidro, onde podemos ver o fundo do mar. Também temos a disposição material para mergulho e boias.
Tudo isso por R$ 60 por pessoa. Um pouco mais caro que a escuna, mas super valendo a pena. O passeio é mais tranquilo, como já disse, o catamarã é grande e você não fica apertado ou sem lugar para sentar como na escuna. 
O roteiro feito pelo catamarã é:
- Praia da Armação- Ilha do Caboclo- Orla Bardot– Praia dos Ossos– Praia Azeda e Azedinha– Praia de João Fernandes (parada para mergulho) - Praia de João Fernandinho- Ilha Branca- Ilha Feia (parada para mergulho)- Ilha Rasa– Praia de Manguinhos– Praia da Tartaruga e Tartaruguinha (parada para mergulho) – Praia das Virgens– Praia dos Amores e Praia do Canto.
Não poderia ter ficado mais feliz com a escolha, a empresa é ótima, os funcionários são todos simpáticos e eficientes. O catamarã é novinho, bem cuidado e limpo. O capitão foi divino e eu só enjoei um pouquinho já na volta… Mas nada que tenha estragado o passeio.
A sensação de nadar e mergulhar em alto mar é maravilhosa. A profundidade era em média de 4 metros, então podíamos dar saltos lá de cima do catamarã, nadar bem livre… Vimos peixes e até algumas tartarugas marinhas. Foi lindo. Realmente inexplicável.

A Tour Shop oferece outros passeios incríveis pela cidade de Búzios. Passem no site deles e confiram todos. 
Mulher, no geral, adora falar. Fala sobre tudo, moda, acontecimentos, vida, família… E quando é para falar com alguma amiga, prima ou irmã, ai que a coisa não para mais.
Agora com a tecnologia nos permitindo uma proximidade (mesmo que ilusória) maior, as conversas e pitacos aparecem em forma de curtidas no facebook, comentários no Instagram ou até mesmo textinhos por SMS.
Mas como lidar com os comentários maldosos de pessoas que gostamos (e dizem gostar da gente)?
Muito tem se falado sobre comentários e ataques anônimos pela blogosfera. Sim, são super incômodos. Porém o peso de uma alfinetada sem propósito de alguém mais próximo tem um efeito bem mais devastador.

O tipo da pessoa que só sabe abrir a boca para falar coisas ruins ou negativas. A pessoa disfarça uma crítica destrutiva em um discurso construtivo. Reclama do seu cabelo, mas é para o seu bem, alguém tem que te dizer que ele está estranho- pelo menos está sendo sincera. Diz que a sua maquiagem está exagerada e sorri- foi só um comentário de zoação bobo. E por ai vai.
Pois é. Estou passando por uma situação assim e não entendo o porque. No início achei que fosse neura minha e que eu estava realmente levando muito a serio tudo que essa pessoa me dizia/escrevia em minhas redes sociais. Sempre uma frase negativa e crítica. Pedi uma segunda opinião para o marido e ele concordou, tinha realmente um veneno em tudo que era dito.
Eu não sei se é de propósito, se a pessoa realmente tem algum problema comigo e está revelando isso através de comentários via web, ou se é o jeito dela mesmo e ela nem sente o que está fazendo. Prefiro acreditar que não é proposital.
O ponto é que hoje em dia existem pessoas que naturalmente são destrutivas com outras, sem motivo algum. E não sentem que podem estar machucando alguém que realmente gostam delas.
A regra é tentar ser sempre agradável com quem a gente gosta né?! Criticar de forma construtiva quando realmente desaprovamos alguma coisa, parabenizar quando algo dá certo e participar da vida da pessoa da melhor forma possível.
Criticar absolutamente tudo que a pessoa faz ou é torna esse convívio insuportável.
Se não tiver algo de bom para falar, tenha a habilidade de ficar calado. Se algo é necessário ser dito, diga de uma forma que não vá ofender ninguém, apenas alertar. Não faça com os outros o que não gostaria que fizessem com você (é clichê, mas é verdade).