Faça o bem, fale o bem, viva bem…

Começou o mês de Maio… Já é quase metade do ano e só de pensar tudo que passei no final de 2017 e quase 4 meses de 2018 por causa de pessoas ruins, chega sinto um embrulho no estômago.

A verdade é que sempre vão existir pessoas ruins, pessoas que fazem questão de te fazer mal, sem nenhum propósito produtivo.
Passei por uma fase onde era atacada por um grupo de pessoas adultas e que nunca havia feito nada para elas. Todo esse stress me tirou do sério como nunca havia acontecido comigo antes. Me sentia cansada o tempo todo, exausta para dizer a verdade. Não tinha mais ânimo para fazer as unhas ou me arrumar. A casa vivia uma zona. Parei de me divertir… Tudo era tão pesado e difícil para mim. Não sei se era depressão ou alguma outra doença. Não fui ao médico nem psicólogo. Apenas fiz o meu melhor até onde pude e quando não deu mais, fui embora.

Foi muito estranho essa situação para mim, pois sempre fui muito querida em todos os lugares que frequentei. Sempre bem comunicativa, risonha, de bem com a vida, ajudando todos que podia e simpática até com quem não merece. Faço amizade fácil e com poucos minutos de conversa posso virar sua BFF.

Mas tudo tem sua primeira vez e para mim chegou. Chegou a vez onde ninguém olhava para mim, ninguém falava comigo, ninguém era meu amigo. E tive que aprender que a vida é assim e que isso vai acontecer algumas outras vezes nessa minha caminhada. Está tudo bem em nem todo mundo gostar de mim. Não gostar é ok, tratar mal e com grosserias, isso sim vai do caráter de cada um.

Refleti muito sobre tudo isso e tentei ao máximo não deixar que isso mudasse meu jeito de ser. Continuei sendo simpática, prestativa, comunicativa e risonha. E assim consegui aos 45 do segundo tempo conquistar duas amizades sinceras (beijos Fran e Rê).

Ilustrei esse post com fotos do dia em que me senti pior… Estava tão atordoada que minha pressão caiu, quase desmaiei na rua com um calor de 42 graus. Cheguei em casa e pulei na piscina para refrescar a mente e o corpo. Meu marido me trouxe um picolé e ficou abraçadinho comigo, sem falar nada. Só no chamego.


Nesse momento percebi que sou muito sortuda, moro em uma casa boa, tenho um marido maravilhoso e orei para que aquelas pessoas que me deixaram tão mal um dia tivessem uma vida tão deliciosa quanto a minha. Talvez assim elas se tornem pessoas melhores e pessoas melhores não fazem as outras se sentirem mal.

Isso faz algum sentido para vocês? Porque foi um divisor de águas na minha vida toda essa situação. Hoje não frequento mais esse ambiente tóxico. Mas guardo as amizades que fiz por lá no coração. E das outras pessoas, já nem me lembro o nome.

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