7 Anos de Casados
Rojo Tango
Alongamento de Cílios
Água Saborizada

Sexta passada foi dia de light jazz e baladinha romântica em um dos nossos lugares favoritos aqui na cidade, que infelizmente será fechado. Mas a galera do Clube da Cerveja Rio das Ostras e La Table Cozinha Intimista vai continuar o trabalho em outro endereço, que em breve irei conhecer e contarei tudo aqui.


O Elixir fica(va) aqui pertinho de casa, é até pequeno porém um miúdo cheio de charme, bom atendimento, comidas maravilhosas e muita cerveja boa. Ah e especialistas em cervejas que sempre nos ajudam a escolher a melhor opção.

<3


Estava rolando um jazz delicioso. É tão raro a gente achar lugares que toquem boas músicas por aqui…


Para começar queríamos uma cerveja mais adocicada e dentre as opções que o garçom sugeriu, escolhemos a Colorado, uma cerveja nacional, Apia-que é feita com mel. Ela é super suave, sem amargor e bem leve.


Muito mel numa foto só.




Ela casou muito bem com essa linguiça artesanal feitas com várias carnes que não me lembro agora, mas estava divina. Acompanhando um molho de mostarda e um de pimenta biquinho com mel. E claro, um pão de malte, exclusivo da casa.



Uma batatinha porque não somos de ferro e entrada que se preze tem que ter batatinha…




De prato principal fomos de beby beef com molho cabernet, batata ao murro e tomate recheado com gorgonzola.



Vou começar explicando que não entendo nada de cerveja e pedi ajuda para o garçom o tempo todo. Para mim cerveja tem que ser gelada. E só.
Como o prato tinha dois sabores muito fortes (a carne e o gorgonzola) foi recomendado uma cerveja mais lupulada.
Pois dessa forma o lúpulo iria alterar as notas mais fortes em nosso paladar sem matar os sabores, apenas suavizar e harmonizar. Dentre as opções apresentadas, a nossa escolha foi a Duvel Tripel Hop 2015, uma cerveja belga.


Pelo o que o garçom nos explicou a Duvel usa a cada ano uma combinação de 3 lúpulos diferente, então a cerveja de 2015 não é igual a de 2014 e assim por diante. O aroma era de capim, cheiro de grama molhada, herbal, com leve tendência cítrica. Os sabores herbais eram explícitos e harmonizou muito bem com o prato escolhido. O gosto de ervas frescas que ficava no hálito era surreal. Achei um máximo. Nunca pensei que uma cerveja pudesse ter um gosto tão bom.

De sobremesa o marido escolheu profiteroles…




Tudo isso foi feito e apresentado com muito carinho pela chef Fernanda.




E a noite terminou assim, com muito chamego, carinho e risadas… Nos adoramos sair para badalar só nos dois. Sem falar dos problemas do dia-a-dia. Só conversa mole, besteiras e muito amor. É bom para não deixar a paixão acabar, o casamento cair na rotina e as pendengas da vida amarelar o colorido do nosso amor.




Ficamos triste pelo fato do lugar fechar. Mesmo com a continuidade que será dada, irá para um bairro distante do nosso. Mas já estamos acostumados. Por aqui todo estabelecimento bom, acaba fechando. E as espeluncas que cobram super caro por serviço porco continuam abertas. Vai entender né?!


Agora é ir no endereço novo e curtir tudo de novo, experimentar novas cervejas e ir aprendendo mais sobre o assunto. Eu e marido estamos adorando essa vibe cervejeiros… Vocês entendem de cerveja? Me recomendem algumas ae, por favor!



Beijoooos

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